segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fragilidade

Fragilidade Tudo se quebra e se vai, Locomoção natural do tempo. Não existe o sempre, só promessa, Existe o agora e nada além. Pedaços não colam, estilhaçam; Silêncio às vezes nos faz chorar. Lágrimas juntam fragilmente Pedaços aleatórios de lembranças. Tudo se quebra e vira caleidoscópio, Psicodelia lírica do que queríamos; As vezes pesadelos imemoriais... Outras vezes sonhos de lembranças.
Lúcio Vérnon ®