segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

"O Ar Ainda Pesa"

“O AR AINDA PESA”

As lembranças não param... Um sofá, uma tarde e noite, um afago; Um jantar, as estrelas, nada para beber; Castigo: Sempre um não, talvez, nunca sim...

Uma música toca quieta... Longe dos sonhos que vêm acordar; As letras falam absolutamente tudo... Longe dos sonhos que vêm sonhar...

As lembranças não param... Torturam, aprisionam, mal tratam; Um jantar, o luar, e nada a dizer... Castigo: respirar e viver arrependido...

Lúcio Vérnon ®